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23 de maio de 1932 foi um importante dia para São Paulo; descubra por quê

FONTE ORIGINAL: FOLHA DE SÃO PAULO – FOLHINHA

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O dia 23 de maio é uma importante data para São Paulo. Hoje é comemorado o Dia do Soldado Constitucionalista, que comemora um movimento que o Estado de São Paulo organizou contra o governo Getúlio Vargas (1930-1945).

Em 1932, há 81 anos, os paulistas queriam que o então presidente Vargas fizesse uma nova Constituição, ou seja, um novo conjunto de leis para o país.

No dia 23 de maio daquele ano, um confronto com as tropas do governo acabou matando quatro estudantes de São Paulo. Esse episódio originou o movimento conhecido como MMDC, que tinha esse nome por causa dos quatro jovens assassinados: Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo.

Meses depois, em 9 de julho, os revolucionários decidiram pegar em armas e convocar voluntários para o que ficou conhecido como Revolução Constitucionalista.

Leia abaixo texto da “Folhinha”, publicado em 20 de maio de 1973, que explica a data.

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No dia 23 de maio, todo o Brasil, especialmente São Paulo, comemora uma data cívica de especial destaque: o Dia do Soldado Constitucionalista.

Foi no dia 23 de maio de 1932 que São Paulo, que desejava uma Constituição para o país, rebelou-se contra a ditadura. São Paulo exigia mais liberdade, mas o governo ditatorial de Getúlio Vargas não permitia.

Então, a 23 de maio daquele ano tombaram os primeiros quatro heróis paulistanos: Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo. O fato aconteceu na praça da República. Era o estopim para uma luta de várias semanas, em que o povo colaborou de todas as formas para a vitória das forças de São Paulo.

Infelizmente, nosso Estado não dispunha de recursos suficientes e teve de aceitar a derrota.

Mas a morte dos quatro heróis –depois eles ficaram conhecidos pela sigla M.M.D.C.– e de muitos outros nos campos de batalha, não foi em vão. Isso porque o governo federal reconheceu que São Paulo lutava por uma causa justa. E assim, em 1934 e depois em 1946, o governo promulgou a Constituição.

Reprodução
Cartaz do MMDC que convocava os paulistas a combater o governo de Getúlio Vargas em 1932
Cartaz do MMDC que convocava os paulistas a combater o governo de Getúlio Vargas em 1932
 
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Publicado por em 23 de maio de 2013 em História

 

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Cavernas de Valltorta (Espanha) com pinturas rupestres eram escolhidas pela acústica, diz estudo

Margarita Diaz-Andreu

Os pesquisadores Margarita Diaz-Andreu e Carlos Garcia

A Universidade de Barcelona e a Universidade de Zaragoza, próximo da cidade de Borja (onde Cecília Gimenez esculhambou o Ecce Homo), uniram-se para uma pesquisa sobre o aproveitamento da acústica em cavernas na ravina de Valltorta, em Castellón (Espanha).

Este estudo envolve os pesquisadores Carlos Garcia Benito (Depto. de Antiguidades da Universidade de Zaragoza – Espanha) e Margarita Díaz-Andreu (Depto. de Pré-História da Universidade de Barcelona – Espanha) exalta a relevância do conhecimento da acústica pelos povos mais “primitivos”.

Que provaram não serem tão primitivos assim.

ARQUEOACÚSTICO
O método, com efeito, é mais interessante do que parece. Os pesquisadores apresentam a possibilidade da acústica ser um diferencial na escolha das cavernas. A proposta do estudo é identificar a associação da força acústica com o ritual que possivelmente envolveria a produção das pinturas pré-históricas datadas no período Mesolítico (entre 9.000 e 6.000 anos atrás).

Vale lembrar que não é de hoje que encontramos esse tipo de parceria entre estímulos visuais e a sonoridade natural produzida pelo relevo de acomodações (naturais ou projetadas). Pirâmides do Egito, Templos Maias e os não menos famosos Stonehengers são estruturas que usam e abusam de recursos auditivos e visuais para transmitir seu recado para quem estiver vendo.

O problema é saber interpretar essa informação.

PINTURAS RUPESTRES NO BARRANCO DE VALLTORTA
Você deve conhecer bem esta expressão Pintura Rupestre (arte rupestre, gravura rupestre ou similares). Basicamente são aquelas pinturas das cavernas, são associadas aos homens primitivos. Cenas envolvendo caçadas, conflitos, nomadismo…

interação com alienígenas

… enfim, seja qual for a real intenção daquelas pinturas, o fato é que elas estão aí e sempre exerceram um fascínio todo especial na vida daqueles que se dedicam a estudar esse tipo de achado arqueológico e daqueles menos conhecedores da área.

A área estudada (Valltorta) é famosa pela variedade de pinturas rupestres. A equipe de pesquisadores promete sacudir todo o entendimento que achávamos ter sobre estas pinturas. Tudo indica que as cavernas que abrigam a arte rupestre não eram escolhidas ao acaso, o elemento sonoro era imprescindível para determinar quais cavernas usar.

Carlos Garcia Benito

Carlos Garcia Benito – Graduado em Ciências da Antiguidade pela Universidade de Zaragoza

O ESTUDO
As cavernas mais customizadas eram mais sonoramente expressivas do que as cavernas com menos desenhos. Ao passo que cavernas menos decoradas quase não conseguiam propagar o som, aquelas ricamente adornadas, localizadas no Levante de Valltorta, eram capazes de produzir os passos dos pesquisadores de dentro da caverna para fora dela.

Isso é massa pra caralho!

Ainda, verificou-se uma acústica mais efetiva quando o possível orador do ritual realizasse o ritual de frente para a saída da caverna. As cavernas menos elaboradas, onde convencionou-se acreditar que as reuniões lá eram menos importantes, o uso da acústica era melhor quando o orador falava de frente para a parede e os sons reverberavam em diversas direções.

Puderam constatar em três cavernas customizadas, usadas para o referido estudo, a mesma reverberação do som, de forma eficaz, principalmente para quem estava do lado de fora da caverna.

PUBLICAÇÃO E CONCLUSÃO DO ESTUDO
A divulgação do estudo no Jornal Archeological Science, publicado pelos pesquisadores já mencionados, comprova que, não apenas o elemento sonoro era ferramenta importantíssima para complementar o ritual da pintura pré-histórica em Valltorta, mas dá nova luz ao criticismo normalmente empregado sobre povos “primitivos”.

Provado cientificamente, agora há de se levar em consideração, mesmo que de uma forma razoável, a importância dada pelos antigos sobre a influência do som e dos recursos visuais em empreitadas como essa (sagradas ou não).

CONCLUSÃO DESTE QUE VOS FALA
Algo que cabe reflexão sobre o caso é a problemática da efemeridade da real intenção do uso destes recursos (auditivos e visuais) em rituais tão longínquos quanto a história humana. Acho que não me fiz entender, ainda, mas vamos lá.

Pense no caso das cavernas customizadas em Valltorta e a acústica como ferramenta do ritual.

A real motivação dos antigos em utilizar cavernas com alto poder de propagação do som em sua manifestação artística / religiosa / intelectual acaba se perdendo com o passar do tempo. Antes da escrita, os costumes e a cultura em geral era passada oralmente e, sem a manutenção desse repasse de informações, um posterior estudo e compreensão dos fatos exige uma interpretação muito foda por parte do estudioso.

No início dessa postagem, citei vários monumentos que usam e abusam desses mesmos recursos, a fim de transmitir uma mensagem do passado, porém, sem um entendimento (mínimo que seja) do cenário vivido pelos “primitivos” e de suas motivações, fica realmente complicado decifrar o código.

É como entregar a um babuíno uma pistola desmontada e esperar que ele monte corretamente.

Este estudo escancara para qualquer um o fato de que os homens da pré-história detinham algum conhecimento além do visível, as pinturas não eram apenas pinturas, mas houve uma seleção da caverna que abrigaria as pinturas. Houve uma triagem e isso é uma ferramenta intelectual. O ruim é que não temos qualquer outro indício para investigar suas motivações.

Margarita Diaz-Andreu e Carlos Garcia Benito lançaram luz benfazeja sobre a natureza primitiva dos homens de outrora, porém, entrando no campo subjetivo de suas existências, tudo o que o estudo apresenta é um gritante “talvez”.

 
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Publicado por em 23 de maio de 2013 em Arqueologia

 

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Cecília Gímenez vende sua própria pintura no eBay

Ecce Homo

Vagando pela majestosa internet, fiquei curioso com relação a um evento ocorrido no final do ano passado e tomou proporções cavalares, agigantou-se nas redes sociais e sumiu com a mesma velocidade e potência que iniciou.

A restauração do Ecce Homo por Cecília Gímenez.

O caso marcou época e acho muito difícil de você não lembrar, principalmente pelas paródias feitas por internautas do mundo inteiro. Depois do incidente que quase matou a senhora de mais de oitenta anos, levou até Borja (localizada no município de Zaragoza, Espanha) uma cacetada de turistas e curiosos na intenção de ver o Ecce Homo judiado e sacudiu as redes sociais de forma singular.

Veja neste site uma foto com o tumulto que virou as missas celebradas no local após o “incidente”.

Cecília

A octogenária que “restaurou” o Ecce Homo, agora apresenta suas próprias pinturas

RECAPITULANDO…
O quadro original, pintado por Elias Garcia Martinez, foi cedido para a singela igreja de Borja (Santuário da Misericórdia) pela neta do referido pintor (Tereza Garcia). Trata-se de uma pintura do Séc XIX e apresenta um Jesus sofrido após uma sessão de chibatadas e a coroa de espinhos. Reza a lenda que, no início, Elias Garcia não conseguiu apelo popular expressivo com o Ecce Homo, fato que levou a neta dele a presentear a igreja.

O tempo passou e os desgastes na pintura iniciaram e é aí que entra nossa “heroína”.

Cecília Gímenez era frequentadora da referida igreja e, de acordo com ela, se ofereceu para reparar a pintura, tudo com autorização do padre. Este último nega até a morte, informando que só autorizou o retoque na pintura da túnica. Seja lá quem estiver com a razão, o fato é que a pintura está arruinada para todo o sempre. Depois disso, tudo aconteceu, até uma maldita petição para manter o quadro como está foi instituída. O tempo passou e nada mais foi informado.

Por onde anda Cecília Gímenez?!

O PARADEIRO
Pelo que pude apurar dos fatos, a protagonista da pior restauração de artes de todos os tempos ainda brigou na justiça para deter direitos sobre a nova versão da pintura de Elias Garcia. A coisa não vingou e ela sumiu de cena. Recentemente soube que ela acabou pegando gosto no ramo das artes plásticas.

Ainda bem que não virou restauradora de pinturas, mas resolveu virar artista plástica, produzindo suas próprias pinturas.

Las bodegas de Borja

A pintura “Las bodegas de Borja” é de autoria de Cecília Gímenez

O quadro Las Bodegas de Borja, de autoria da própria Cecília Gímenez, foi inscrito no site de compras Ebay a net e ela (Cecília) garantiu que remeterá toda a verba arrecadada para a caridade.

A pintura da referida senhora já não está mais disponível no popular site de compras já mencionado, até onde sei, os lances de compra (inciados em dezembro/12) já passavam dos mil euros e mais de trinta pessoas haviam se manifestado na intenção de adquirir o quadro.

É quase o mesmo número de leitores deste blog.

Sejamos honestos, apesar de toda a situação constrangedora gerada pela gafe dessa senhora, o quadro que ela pintou é deveras interessante e sua “fama” pavimentada numa surreal demonstração de apreço popular pela vergonha alheia serviu para arrecadar fundos para a igreja.

 
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Publicado por em 23 de maio de 2013 em Status quo

 

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O naufrágio de Uluburum

Uluburun01

Eu sempre achei que as profundezas oceânicas reservam muitas surpresas aos homens incautos e de curta existência. Para quem não acompanhou, foi encontrado um continente submerso com uma variedade monstruosa de recursos.

Vendo esse tipo de notícia, me perguntaram se isso pode ser considerado Arqueologia.

O campo de trabalho da arqueologia é realmente extenso e não falta trabalho. Falo de descobrir um novo mundo por baixo do nosso, para algo tão ousado, resta ao arqueólogo montar um quebra-cabeça de proporções tão majestosas quanto a história da descoberta. Ainda, nunca é demais ressaltar que o arqueólogo deve ser criterioso, estudioso, corajoso e ter muita, mas muita paciência.

Afinal, você não pode esperar desenterrar um suntuoso templo, organizar sua história de um modo que qualquer um entenda e receber honrarias sem fim antes de jantar.

Seja qual for o seu ponto de vista sobre o caso, é bem verdade que um desses campos de trabalho arqueológico ainda desconhecido do povão é a Arqueologia Subaquática. Apesar do nome, trata-se de vasculhar vestígios debaixo d’água e além, pois também trabalha com achados que tem ligação com o mundo submarino.

E é exatamente sobre isso que falaremos hoje. Nossa postagem será sobre o Naufrágio de Uluburum.

A DESCOBERTA
O conjunto que compõe este que, certamente, pode ser considerado um dos naufrágios mais antigos e espetaculares de nossa história, chegou a ser divulgado pela revista Scientific American e eleito uma das maiores descobertas da arqueologia do Séc. XX.

É mole, ou quer duro?!

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Mapa com a localização do naufrágio da embarcação – retirado do site http://www.anandarooproy.com/portfolio/project/63

Localizado no sudoeste da Turquia (6 km a sudeste de Kas), os restos da embarcação ainda assombram pelo porte e pela carga. Devido a profundidade da localização da embarcação e visando preservar ao máximo as condições dos pesquisadores, estipulou-se que cada mergulhador poderia mergulhar 2 vezes e trabalhar na área por 20 minutos a cada mergulho.

Durante os 3 meses de trabalho duro, ocorreram cerca de 22.413 mergulhos.

OS DESCOBRIDORES
Cemal Pulak, além do resgate do Uluburum, também está envolvido, também é especialista em eventos marítimos da Idade do Bronze, além de tecnologia marítima. Teve muitos trabalhos publicados sobre o assunto. Já George Fletcher Bass é considerado um dos precursores da arqueologia submarina, junto de Peter Throckmorton , Honor Geada , entre outros.

O NAVIO, O MÉTODO DE DATAÇÃO E O CARREGAMENTO
O Navio tem cerca de 15 metros (dá pra ter uma ideia das proporções do navio pela foto acima) e tudo indica que foi projetado nos mesmos moldes do famoso Barco do Faraó Kufhu (modelo de encaixes).

O método usado para datação do navio foi o conveniente Método de Dendrocronologia (do Latim Dendron – Árvore; Kronos – Tempo; Logos – que, basicamente, estuda o crescimento anual dos aneis das árvores (aqueles que você encontra depois que uma árvore é cortada). Estes anéis e seu crescimento estão sujeitos a uma série de fatores (clima e terreno, por exemplo), além de, claro, da espécie da árvore.

Falando sobre o carregamento, é um consenso entre os especialistas envolvidos no assunto o fato de que a carga é proveniente de, pelo menos, sete povos diferentes (micênica, sírio-palestina, cipriota, egípcia, núbia, assíria e kassite). Entre o verdadeiro tesouro arqueológico encontrado submerso nas águas do oceano (variando entre utensílios domésticos, armamento militar e material para construção), vale ressaltar:

  •  354 Lingotes do tipo “Couro de Boi”;
  • 24 âncoras de pedra (as maiores pesavam  220kg);
  • Cilindros “em branco” para fabricação de selos;
  • Lamparinas cipriotas novas (não há marcas de queimaduras, o que indica que eram levadas para comercialização);
  • Jarros com boca “trevo”;
  • Entre outros tantos achados…
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Anel com inscrição da época de Akhenaton

Com efeito, a mais intrigante de todas as descobertas (pelo menos na minha opinião) é um anel com o Escaravelho Real de Nefertiti. Além do anel exibido ao lado, também foi achado outro anel com a inscrição do Faraó Akhenaton, marido de Nefertiti. Este ultimo anel, feito de ouro, está completo, ao passo que o anel exibido ao lado está comprometido e é feito de Electrum (uma mistura de ouro com prata).

Este mineral (Electrum), apesar da forja, também tem sua formação natural e já é conhecido pelos especialistas por compor acessórios neste período da história humana (moedas, por exemplo). Há indícios em vários textos antigos sobre o uso do Electrum. O Livro Perdido de Enki (sumério), A Odisseia (grego) e até na Bíblia (hebreus).

Na verdade, o Naufrágio de Uluburum é um campo extremamente interessante para o aprofundamento daqueles que ambicionam o posto de arqueólogo, pois encontramos, em um único evento, a necessidade de utilização de todos os campos de estudo da arqueologia (arqueologia bíblica, subaquática, datação pelo método de dendrocronologia, história das civilizações, etc).

Uma das maiores questões que certamente não me deixará dormir é o fato de que há estes aneis na embarcação, trata-se de um acessório que enfatiza a posição social de um indivíduo.  Bom, seja qual for a real história, estou divagando.

Para uma pesquisa mais aprofundada sobre os achados deste grande evento de nossa história, recomendo o site http://sara.theellisschool.org/shipwreck/.

 
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Publicado por em 22 de maio de 2013 em Arqueologia

 

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Vídeo

Opera sobre Olga

Texto extraído do Wikipédia, ainda festejando o Dia do Trabalho

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Olga é uma ópera brasileira em três atos de Jorge Antunes, com libreto de Gérson Vale. Estreou no Teatro Municipal de São Paulo, aos 14 de outubro de 2006.
Trata-se de um singspiel narrando a história de Olga Benario e o romance com Luís Carlos Prestes. A música é eminentemente vanguardista, com muitos e extensos recitativos, além de algumas referências musicais como peças tradicionais do carnaval do Rio de Janeiro e o hino da Internacional Socialista, executado no terceiro ato. As cenas internas dos atos são seguidas por balés com fundo de música eletrônica e cenas externas à encenação, como fragmentos de filmes e imagens de jornais.
[editar]Personagens

Olga soprano
Luís Carlos Prestes tenor
Filinto Müller barítono
Arthur Ewert baixo
Elise Ewert mezzo-soprano
Rodolfo Ghioldi barítono
Carmen Ghioldi mezzo-soprano
Victor Allen Baron barítono
Manuilsky barítono
1º Cantador tenor
2º Cantador barítono
3º Cantador baixo

 
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Publicado por em 3 de maio de 2013 em Status quo

 

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Doodle do Google homenageia o Dia do Trabalho

Peanuts - Dia do Trabalho

Visando homenagear esta data de comemoração internacional, o Google criou mais um dos seus Doodles para o caso. Para quem não sabe, o Dia do Trabalho (ou Dia do Trabalhador), celebrado internacionalmente no dia 1º de Maio, não foi escolhido por acaso. Da mesma forma que o Dia Internacional do Livro, a data remonta uma época significativa para o evento.

Doodle - Dia do Trabalho

Eu já falei sobre isso em outra postagem.

No caso do Dia do Livro, a data de comemoração se dá no aniversário de Willian Shakespeare e Miguel de Cervantes, já no Dia do Trabalho, a data é escolhida por conta de várias manifestações trabalhistas, em diferentes épocas, não apenas no Brasil, mas em Portugal e em outros países. Na verdade, o maior homenageado (pouca gente sabe) é São José.

Isso mesmo, carpinteiro e esposo de Maria de Nazaré.

Considerado pela Igreja Católica Apostólica Romana como padroeiro dos trabalhadores, conhecido como São José Operário. Segue postagem.

NO BRASIL
Aqui em terras tupinikins, nosso Dia do Trabalho se consagrou em 1943, por meio do Decreto de Lei nº. 5.452, trazendo ao povo a nossa Amada Idolatrada Salve Salve CLT.

Consolidação das Leis Trabalhistas.

Sancionada por Getulio Vargas durante o Estado Novo, regularizou, de forma definitiva, a Legislação Trabalhista brasileira. Acontece que a questão trabalhista no Brasil sempre foi problemática. Se você não sabe, no tempo de seus avós, os operários trabalhavam até 16 horas diárias e recebiam uma esmola como pagamento e nada impedia que os chefes e empresários tomassem atitudes que, atualmente, deixariam qualquer um escandalizado.

A CLT serviu para reunir, oficialmente, toda uma  legislação trabalhista e de forma que possa ser verificada por qualquer pessoa, seja empresário representante da empresa, seja pelo sindicalista fervoroso e motivado pelos ideais trabalhistas, seja pelo incauto trabalhador brasileiro. Hoje, a nossa CLT comemora 70 aninhos.

Como diria Emile Durkeim, o Sistema funciona, o problema é a Imoralidade Humana.

EM PORTUGAL
Em 1974, houve um grande comício para consolidar o Dia do Trabalhador. O tal evento contou com a presença de Mário Alberto Soares e Álvaro Barreirinhas Cunhal (ambos políticos portugueses), ambos, exilados por manifestar publicamente sua oposição ao período do Estado Novo em terras lusitanas.

NOS ESTADOS UNIDOS
As ruas de Chicago foram palco de uma monumental greve por parte dos americanos comedores de Hambúrguer.  A questão é que em 1886 a América lutou pela criação do seu próprio Dia do Trabalhador.

Para uma leitura mais aprofundada, procure qualquer coisa sobre a Mais Valia  argumentada por Karl Marx(valor excedente da mão de obra do proletariado embolsada pelo empresário) e, também, sobre o Positivismo de Emile Durkeim.

Fica ai, para você, boas dicas para compreender melhor a situação do trabalho e quanto a coisa mudou… ou não, o que podemos dizer sobre o polêmico Projeto Preguiça que está roubando a atenção em Juazeiro do Norte?! Era só o que faltava… ou não!

 
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Publicado por em 1 de maio de 2013 em Status quo

 

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Um delírio sobre o Dia Internacional do Livro

livro_direito_autor

Para quem não sabe, dia 23 de Abril é considerado o Dia Internacional do Livro e de Direitos Autorais aqui em terras tupinikins. Esta data foi escolhida porque nesta data do ano de 1616 morreram Miguel de Cervantes, William Shakespeare e Garcilaso de la Vega. Além disto, nesta data, em outros anos, também nasceram ou morreram outros escritores importantes como Maurice Druon, Vladimir Nabokov, Josep Pla e Manuel Mejía Vallejo. Cada país tem sua própria forma de comemorar este dia tão especial.

Pelo que me consta, em Pernambuco, haverá troca de livros na Praça da Casa Forte. Na Paraíba, desde o dia 18 deste mês, o Governo do Estado da Paraíba promove a Semana do Livro. A ideia é uma semana inteira com exibições e sorteios, o evento se estende até o dia 30 de abril.

Irina Bokova

Irina Bokova – Diretora Geral da UNESCO

COM A PALAVRA, A UNESCO
O fascinio que os livros aplicam sobre as pessoas ainda é forte, muito forte mesmo. Há quem queira um armário lotado de livros empoeirados e amassados do que um pequeno leitor digital com o dobro de conteúdo em uma fração de espaço. A questão dos livros digitais ou Online já foram alvo de muitas especulações, e hoje a Unesco deu seu parecer sobre livros digitais.

A chefe da UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura), a Sra. Irina Bokova, apontou a cidade de Bangkok (capital da Tailândia) como a “Capital Mundial do Livro”. O título é um reconhecimento ao programa desenvolvido na região para a promoção da leitura entre os jovens e as camadas menos favorecidas da população.

UMA IDEIA GENIAL
Vasculhando pela internet sobre esta data que remonta ao ideal humano de aprender e divulgar o conhecimento, acabei esbarrando com o site A Janela Laranja e o projeto Bibliotaxi. Acontece que os taxis de lá trabalham com o aplicativo Easy Taxi, um serviço de tele taxi pelo telemóvel. A ideia é que os taxis que adotaram este projeto levam romances e clássicos para o deleite do passageiro, promovendo a leitura e diversificando no trabalho. Os taxistas também aceitam doaçoes de livros.

PEQUENA CONFUSÃO
Favor não confundir com o Dia Nacional do Livro, comemorado no dia 29 de Outubro.

A confusão acontece por conta do dia 23 de Abril ser considerado dia do Livro internacionalmente, enquanto o dia 29 de Outubro 1810 foi a data que a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para cá. Portanto, não confunda outra vez, o dia 29 de Outubro é Dia Nacional do Livro e Aniversário da Biblioteca Nacional.

 
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Publicado por em 23 de abril de 2013 em Status quo

 

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